sexta-feira, 10 de agosto de 2012

terça-feira, 31 de julho de 2012

ARTE NA TELA... JARDIM DO SERIDÓ ATRAVÉS DAS LENTE DE ZÉ RICARDO.


Melhores momento do carnaval de Jardim do Seridó, com muita chuva.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

ASSISTAM AO DOCUMENTÁRIO "AMAZAN - O FILHO DE JARDIM" QUE CONTA A HISTÓRIA DO ILUSTRE POETA , CANTOR E SANFONEIRO JARDINENSE AMAZAN JOSÉ DA SILVA


Fonte: TV Seridó

CIDADE DE JARDIM DO SERIDÓ TEM DOIS PROJETOS APROVADOS PELO BNB DE CULTURA 2012



Os projetos “Tocando a Esperança” de autoria do músico José Ivanaldo da Silva” (Sansão) e “Oficina de Pintura para Pessoas com Necessidades Educativas Especiais” de autoria da educadora Aldjaptrícia de Azevedo, ambos da cidade de Jardim do Seridó/RN foram contemplados pelo edital Programa Banco do Nordeste de Cultura/Parceria BNDES.

Parabéns à Sansão e Aldja, que a execução de seus projetos sejam realizados com sucesso e que os mesmos contribuam com o fomento da arte cultural jardinense.

ORQUESTRA DE SAXOFONES CLAVE DE SOL



A orquestra de Saxofones Clave de Sol surgiu em 2011, a partir de uma sugestão da Secretária Municipal de Educação de Jardim do Seridó, Marecilda Bezerra, de criar dentro da Fanfarra 1º de Setembro um quarteto de saxofones, a exemplo do grupo formado pelo maestro Orilo Segundo Dantas de Melo dentro da Banda Musical Euterpe Jardinense em 2007.

A partir daí, a secretária convidou o regente substituto da banda Euterpe Ivanaldo Silva para desenvolver aquele Projeto. Sansão - como é mais conhecido aquele maestro – teve a idéia de ampliar o foco dos participantes, juntando assim, saxofonistas habitantes do município como da fanfarra supracitada, da Euterpe Jardinense, e todos aqueles que tivessem interesse em fazer parte daquele conjunto.

Com isso, Sansão começou a capacitar os alunos e músicos através do ensino da prática instrumental e de ensaios, selecionando nesse momento um repertório compostos por músicas populares, clássicas e nordestinas, definindo aí também a estrutura daquele grupo musical em desenvolvimento, dividindo-o em uma ou mais vozes, contraponto e acompanhamento a serem executados por sax soprano, sax altos e sax tenores.

Para escolher a denominação daquela nova orquestra, o maestro Ivanaldo tomou por base os instrumentos – saxofones utilizados – que lêem as partituras a partir da clave de sol, essa idéia foi fortalecida pela intenção de, ao invés de se utilizar um nome por extenso, quando da confecção de uniformes, o mesmo adotar um símbolo, com isso houve uma definição e a orquestra foi batizada de “Orquestra de Saxofones Clave de Sol” representado pelo símbolo         .

A primeira apresentação do referido conjunto musical se deu durante as festividades natalinas na Casa de Cultura Popular Poeta Antônio Antídio de Azevedo. De lá par cá o mesmo já participou de outros eventos como: abertura da semana pedagógica no auditório Mestre Galinho, na comemoração do dia das mães no clube de idosos São Judas Tadeu e  no I Pit Stop da Seridó Autopeças, todas em Jardim do Seridó/RN, além de se apresentarem também  na Universidade Vale do Acaraú-UVA em Currais Novos/RN. 

Sob a organização e coordenação do músico e maestro Ivanaldo Silva, a orquestra está em atividade, ensaiando todas as terças e quintas na sede da Banda Musical Euterpe Jardinense.

Atualmente, o grupo musical tem o apoio da Secretaria Municipal de Educação, na pessoa da secretária Marecilda Bezerra  e  conta com os seguintes integrantes:

Maestro e sax alto – Ivanaldo Silva  (Sansão)
Sax Soprano – Letícia;
Sax Alto – Smith, Fernando, Fernanda, Samuel, Franklin, Willame, Gustavo e Thiago;
Sax Tenor – Fábio, Edvaldo, Luiz Filho e Glênio;
Percussionista – Manoel Abdon.

Quem desejar prestigiar a apresentação da orquestra de saxofones Clave de Sol em seu evento pode entrar com o seu organizador Ivanaldo Silva através do contato: (84) 99391726.

Texto: Antônio Júnior (Junhão)

quinta-feira, 5 de julho de 2012

FÓRUM SERIDÓ CENTRAL POTIGUAR DE CULTURA



A Comissão Executiva do FÓRUM SERIDÓ CENTRAL POTIGUAR DE CULTURA, criada em 14 de maio de 2012, tem a honra de convidar Vossa Senhoria para participar da 1ª Reunião da Coordenação Executiva do referido FÓRUM, a ser realizada em local e data abaixo-relacionada:

Local: Casa de Cultura Popular Palácio Poeta Antônio Antídio de Azevedo de Jardim do Seridó-RN,
Data: 07 de julho de 2012
Horário: 15 horas

Participem

Informações enviadas via e- mail por Diego Góis

domingo, 1 de julho de 2012

EXEMPLO DE VIDA - CLUBE DA TERCEIRA IDADE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO REALIZA SEU ARRAIÁ




Uma verdadeira maravilha, uma festa da cultura! Sem fins lucrativo ou eleitoral, apenas pelo prazer de promover o bem estar de seus sócios, o “clube da 3ª idade Nossa Senhora da Conceição”, que é financiado sem nenhum tostão do dinheiro público, coordenado e financiado com recursos pessoais da incansável “Maricota de Jovino”, fez sua festa junina na noite deste sábado, (30).


A festa começou com o tradicional casamento maturo, seguido de uma estilizada quadrilha com os membros do clube, que mostraram alegria e muita disposição ao se apresentarem em frente a sede da entidade.

Após o termino da quadrilha, os idosos do clube e convidados ainda dançaram até altas horas da noite no tradicional forró da 3ª idade.

Texto/Imagens: blogbarrapesada.com

quinta-feira, 28 de junho de 2012

FORRÓ SEM IDEIA - TRADIÇÃO E AUTENTICIDADE NA MÚSICA NORDESTINA



O Forró Sem Ideia surgiu a partir da proposta de dois jovens amigos há alguns anos, de formar uma banda de forró com o intuito de enaltecer o autêntico forró nordestino. 

No início, o sonho parecia inviável, tanto pela escassez de recursos financeiros como também pela dificuldade que existia em se encontrar um amigo que executasse uma sanfona. Todavia, algum tempo depois, os idealizadores do grupo musical conheceram o jovem Antônio Neto e o convidaram para compor aquele conjunto musical que estava em formação. Antônio aceita o convite e a partir daí começaram a construir o repertório musical e o sonho se transformar em realidade.

O nome “Forró Sem Ideia” surgiu como uma brincadeira. Durante uma conversa através de uma das redes sociais da internet, foi pedida a uma amiga dos membros do referido conjunto para que a mesma sugerisse um nome para a banda e ela respondeu que naquela hora estava sem ideia, daí os integrantes do grupo de forró decidiram batizá-lo de  “Forró Sem Ideia” como uma forma de brincadeira, porém, o nome agradou e o nome permenaceu.

A primeira apresentação se deu neste mês de junho do ano de 2012, durante o São João da Juventude da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição da cidade de Jardim do Seridó/RN, a qual os integrantes da banda são pertencentes. 

Devido a boa aceitação do público em sua primeira apresentação, o Forró Sem Ideia tem recebido constantes convites para participações nos mais diversos eventos.

Hoje o Forró Sem Ideia é composto por: Lorena Azevedo (Vocal), Rodolfo Medeiros (Violão e Vocal), Fábio Silva  - Fabinho (Teclado e vocal), Antônio Neto (Sanfona), José Lucio (Zabumba), João Batista -Neguin (Triangulo) e Max (Baixo).

Se você deseja contratar o Forró Sem Ideia é só ligar para (84) 9922 8124 (falar com Fabinho).

quarta-feira, 27 de junho de 2012

CAMPEONATO DE XADREZ SERÁ REALIZADO EM JARDIM DO SERIDÓ/RN


Imagem ilustrativa


Será realizado no período de 1º a 31 de julho de 2012 mais um campeonato de xadrez em Jardim do Seridó/RN. Desta vez, o evento será organizado pelo incentivador da prática do xadrez na cidade, Leonel A. de Lima, conhecido popularmente pelo apelido de “Leonel de Chico de Velhinho”.

Poderão participar do campeonato enxadristas amadores e profissionais de todas as idades que residam no município, sede da competição.

Os interessados podem realizar a sua inscrição ao preço de 5 reais na “Bolandeira do Leonel” – localizado a Av. Dr. Fernandes próximo a loja “A Construção” -  até o dia do início da competição (1º de julho de 2012).

Premiação:
1º lugar: Um troféu
2º lugar: Um troféu
3º lugar: Gratificação em dinheiro com parte do valor das inscrições que sobrarem das despesas.

terça-feira, 26 de junho de 2012

JOVEM COMPOSITOR JARDINENSE É CLASSIFICADO PELO SEGUNDO ANO CONSECUTIVO PARA A GRANDE FINAL DO FORRAÇO


Acervo Pessoal de Alexandre Passarinho


O jovem compositor jardinense Alexsandro Medeiros conhecido popularmente como “Passarinho”, conseguiu na última sexta-feira, dia 22 de junho de 2012 na cidade de Assu/RN se classificar para a grande final do Festival Forraço 2012, um evento realizado pela Inter TV Cabugi, afiliada da Rede Globo.

A última fase classificatória do Forraço foi transmitida pela referida emissora de TV direto do anfietatro Prefeito Arcelino Costa Leitão, localizado na Praça São João, no centro da cidade.

A música “Não Vivo Sem Você” de autoria de Alexsandro Passarinho - interpretada pelo músico seridoense Adelange - foi classificada dentre outras dezesseis composições na eliminatória de Assu. 

A finalíssima do Forraço 2012 está marcada para o dia 27 de julho, uma sexta-feira, na capital do Estado contará com a participação de 14 músicas – sete da eliminatória de Assu/RN e mais sete da cidade de Mossoró/RN – sendo premiadas as que conquistaram os primeiro, segundo e terceiro lugares, respectivamente. A melhor música será agraciada com um troféu em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga. 

Vale lembrar que na edição do Forraço 2011, Alexsandro Passarinho foi classificado para a final do festival com a música “Esse é Meu Jeito” interpretada pelo cantor Fernando Farias.

Do Blog: Parabéns Passarinho, estamos todos na torcida por Você!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

ARTE NA TELA... JARDIM DO SERIDÓ ATRAVÉS DAS LENTES DE ZÉ RICARDO.


Amazan e o Grupo Samba Só fazem a festa.

PERSONALIDADES DA CULTURA JARDINENSE: MÚSICO JOSÉ IVANALDO DA SILVA - SANSÃO



José Invanaldo da Silva, filho de Inácio Alves Dantas e Jacinta da Conceição, nasceu na vizinha cidade de Acari/RN no dia 28 de junho do ano de 1975, porém, viveu sempre em Jardim do Seridó/RN.

O interesse pela música nasceu desde cedo. Quando criança Ivanaldo costumava ir para a feira livre da cidade em busca de músicos e grupos, em especial, sanfoneiros e trios de forró que se apresentavam naqueles locais, principalmente em bares localizados no mercado público. Sempre que surgia uma oportunidade, esse pegava um instrumento de percussão como zabumba ou triângulo e acompanhava o som da sanfona e dos vocalistas que cantavam baiões, xotes e forró em geral. Assim, aquele menino deu início ao seu desenvolvimento musical, tocando sempre que conseguia uma chance nas feiras com sanfoneiros como Chico do Fole, Balôdo, Euclides, Chico de Manoel de Rita, Geraldo Cara-Olho dentre outros. E assim, Sansão passou a sua infância.

Em 1993, o funcionário da Prefeitura de Jardim do Seridó Francisco de Azevedo – conhecido popularmente pelo apelido de Neném de Chicó – que era trompetista e professor de música da Escola Geovanni de Azevedo Morais, localizada à época, no edifício conhecido como Sobrado do Pe. Justino, próximo a praça Dr. José Augusto, no qual formava músicos para a Banda Musical Euterpe Jardinense, perguntou ao pai de Ivanaldo que também era funcionário daquela instituição pública se aquele jovem não teria interesse em aprender música. Ao chegar em casa, Inácio Alves comentou com o seu filho sobre a conversa que Neném havia tido com ele e Sansão de pronto demonstrou interesse em enveredar no mundo da arte musical.

Naquela época, era comum nos jovens aprendizes de música quando iam dar início ao aprendizado na área musical, o receio de receber do maestro o instrumento musical denominado tuba. Talvez pela sua dimensão ou pelo seu formato, o mesmo não agradava a grande maioria dos alunos. E entre eles já era tido como popular a crença de que quando o aluno se iniciasse na aula de leitura musical com o professor Neném fosse designado a aprender a pauta na “clave de fá” e não na de “sol” era um forte indício de que aquele futuro músico estaria sendo preparado para tocar o contrabaixo, popularmente conhecido como tuba. No primeiro dia de aula na escolinha de música, Sansão foi apresentado à clave de fá.

Diante daquele fato Sansão tratou logo de criar uma estratégia para que o professor transferisse o seu estudo para a clave sol. O mesmo inventou que estava doente e passou alguns dias sem frequentar as aulas de música, enquanto isso, procurou o amigo do bairro e músico da banda Euterpe conhecido popularmente pelo apelido de Baúba e pediu para o mesmo o ensinar a pauta na clave de sol. Alguns dias depois, Ivanaldo volta a escolinha de música e pede ao professor para mudar a clave de estudo pois ele já sabia de cor as notas músicais da clave de sol. Ao fazer um teste para comprovar o que o jovem músico havia dito, foi confirmado a sua aptidão. Então dessa forma, Sansão se livra da clave de fá e do medo de pegar o tão temido “tuba”.

Sansão passou pela iniciação musical que consistia de aulas de solfejo e alguns meses depois chegou a tão sonhada hora de receber do maestro da banda Euterpe o seu instrumento musical e dar continuidade a capacitação, através da prática instrumental.

Ao chegar na sede da referida instituição musical, localizada próximo ao Mercado Público daquela cidade, Sansão foi recebido pelo então maestro José de Oliveira Meira, conhecido populamente pelo apelido de “Zé Meira” que o levou ao tão esperado momento: A entrega do instrumento. Em cima de uma mesa haviam dois instrumentos, um trompete e um bombardino. Ivanaldo recebe do maestro o bombardino, quem dispõe os sons anotados na clave de fá.

Sansão que pensava ter escapado da referida clave agora estava com outro instrumento de natureza grave com anotação justamente nessa clave. Neste momento, ele cria novamente um plano para mudar de instrumento, inventando que havia adquirido um problema de garganta com a prática do mesmo, e pediu para trocá-lo por outro. Todavia, dessa vez  o plano deu errado, então o referido aprendiz teve que continuar com o bombardino, e assim, deu continuidade a prática instrumental com o qual se identificava cada vez, até entrar efetivamente na Banda Musical Euterpe Jardinense que havia naquele momento passado a contar com um novo maestro: Orilo Segundo Dantas de Melo.

Aproximadamente dois anos após entrar para a banda, Segundo pediu para Sansão entrar para o naipe de contrabaixos, já que naquel momento o mesmo estaria desfalcado. O jovem músico vai e pouco a pouco começa a admirar aquele instrumento tão temido por ele.

Na sede da Euterpe, Ivanaldo passou a observar nos ensaios, os naipes de instrumentos musicais, como cada um executava um som diferente, mas que quando se uniam dava certo, formando por completo a peça musical. Buscando entender como aquilo funcionava, o jovem músico passou também a prestar atenção nos momentos em que o maestro Segundo construía arranjos musicais e dobrados. Assim, esse se interessa e passa então a estudar teoria musical em sua casa e reber orientações do maestro Segundo e participando depois de cursos e seminários de música, aprofundando desta forma os seus conhecimentos naquela área artística.

No ano de 1995, devido aos seus conhecimentos teóricos adquiridos acerca da escrita música e por já transpor músicas em partituras, Sansão é convidado por Segundo para ocupar a função de Copista da banda Euterpe e o músico aceita o desafio. Algum tempo depois é indicado pela equipe de coordenação da Euterpe para representar os músicos naquela diretoria.

No ano de 2001, com a saída do contramestre Adilson, conhecido popularmente pelo apelido de Dantinhas, os músicos escolheram por unanimidade José Ivanaldo para ocupar àquele lugar. Assim, Sansão assumiu a função de contramestre da Banda Musical Euterpe Jardinense. No ano seguinte, o referido músico participou de um curso sobre manutenção de instrumentos musicais e começou atuar na área, montando sua própria oficina, juntamente com o amigo e maestro Orilo Segundo, passando a consertar instrumentos de músicos e bandas de toda a região do Seridó norte-rio-grandense e do vizinho estado da Paraíba.

Além das funções de Regente-substituto – nova denominação dada a antiga função de contramestre, regulamentada no ano de 2004 – e técnico em manutenção de instrumentos musicais, Sansão também realizou e realiza vários outros trabalhos na referida área cultural, como composições, elaboração de arranjos e participação em grupos musicais como: Grupo Samba Só (flauta e percussão), banda Pé-de-Lã (saxofone), Ariaxé (saxofone), Adelange (saxofone, flauta e violão), Beijo de Mel (Acordeon), Chico de Manoel de Rita e os Teimosos do Forró (Zabumba), MPB Clássico (flauta).

Atualmente, José Ivanaldo da Silva também é o organizador e regente da Orquestra de Saxofones Clave de Sol de Jardim do Seridó/RN.

Texto: Antônio Júnior (Junhão)



quinta-feira, 14 de junho de 2012

terça-feira, 12 de junho de 2012

APRESENTAÇÃO DE BARTHO E SEGUNDO NA CASA DE CULTURA POPULAR DE JARDIM DO SERIDÓ/RN


Vídeo gravado por: Ponto de Cultura Revelarte de Jardim do Seridó/RN

terça-feira, 5 de junho de 2012

ATENÇÃO EMPREENDORES DA ARTE GASTRONÔMICA REGIONAL JARDINENSE E CULINARISTAS EM GERAL - VEM AÍ O CURSO SABOR & GESTÃO: BOAS IDÉIAS PARA ALIMENTAÇÃO FORA DO LAR



Empresários de bares, restaurantes, lanchonetes e quiosques da região do Seridó/RN terão a oportunidade de participar do curso ‘Sabor & Gestão: boas idéias para alimentação fora do lar’, elaborado pelo SEBRAE Nacional. Com uma metodologia que alia vídeos, conteúdos impressos e trabalhos em equipes, a capacitação utiliza uma linguagem leve, interessante, bem-humorada e próxima da realidade dos participantes.

O conteúdo do curso é dividido em ‘cardápios’: produto, compras, atendimento, equipe, estrutura, preço, gestão, marketing, boas práticas e responsabilidade social. Em cada ‘comanda do capítulo’, os participantes da capacitação são levados a refletir sobre importantes aspectos do seu negócio, a reconhecer as atitudes que fazem a diferença e a buscar a sua própria receita de sucesso.

Público Alvo: Empresários do segmento de alimentação, empreendedores em potencial e estudantes do Curso de Turismo e Administração.

O QUE VOCÊ VAI APRENDER NO CURSO:

•          Importância da padronização do produto na lucratividade;
•          Relação entre qualidade e preço;
•          Qualidade no atendimento ao cliente;
•          Gestão de pessoal com base no perfil do negócio;
•          Capacitação como peça fundamental;
•          Escolha de equipamentos e utensílios ligada ao produto oferecido;
•          Formação do preço de venda;
•          Estratégias e técnicas de controle operacional e financeiro

Período: 25 a 29/06/2012
Horário: 14h às 18:45h
Investimento: R$ 30,00
Local: SEBRAE Currais Novos
Inscrição: SEBRAE Currais Novos, R. Lula Gomes 112
Informações: 84 34057501

Enviado por: Yves Guerra - Analista Técnico SEBRAE

Imagem: www.sebrae.com.br/setor/turismo/

COMEÇA HOJE A FESTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS EM JARDIM DO SERIDÓ/RN - VEJA A PROGRAMAÇÃO



TEMA: A ação das Pastorais na vida Paroquial.

Dia 05 (terça-feira) Abertura da Festa
19h00 – Procissão saindo da Igreja Matriz para o Santuário, onde haverá o hasteamento da bandeira e Missa.

Dia 06 – (quarta-feira)
08h00 – Missa no Abrigo
19h00 – 1ª Novena – Novena – Noite da Legião de Maria
Tema: A Legião de Maria e o testemunho de fé.
Pregador: Pároco

Dia 07 – (quinta-feira) – Solenidade de Corpus Christi.
16h00 – Adoração ao Santíssimo Sacramento no Santuário, sob a responsabilidade dos Ministros da Eucaristia. Alem da comunidade, todas as pastorais devem participar.
17h00 – Missa Solene e, em seguida, procissão conduzindo o Santíssimo Sacramento. Esta solenidade substituirá a 2ª novena.

Dia 08 – (sexta-feira)
19h00 – Novena e Missa – Noite da Juventude, EJC e Coroinhas.
Tema: O EJC e os desafios da Juventude
Pregador: Patrícia

Dia 09 – sábado
19h00 – Novena e Missa – Noite dos Dizimistas
Tema: O Dízimo e o compromisso de fé.
Pregador: Pároco
20h30 – Jantar de confraternização no Centro Pastoral.

Dia 10 – Domingo
07h00 – Missa no Santuário
19h00 – Noite dos participantes do Terço dos Homens e Vicentinos.
Tema: O serviço da Sociedade de São Vicente de Paulo na Comunidade Paroquial
Pregador: Levanildo

Dia 11 – (segunda-feira)
19h00 – Novena – Noite dos Participantes do Apostolado da Oração e Pia União de Sta. Terezinha.
Tema: O Apost. da Oração na vida dos católicos.
Pregador: Pe. Stanley

Dia 12 – (terça-feira)
06h30 – Missa no Santuário
19h00 – Novena – Noite dos Crismandos, 1ª Eucaristia, Infância e Adolescência Missionária.
Tema: A Catequese e o anúncio do Evangelho.
Pregador: Ir. Maria de Jesus

Dia 13 – (quarta-feira)
19h00 – Novena e Missa – Noite da Pastoral Familiar
Tema: A Pastoral Familiar a favor da família
Pregador: Casal responsável pela PF na Diocese

Dia 14 – (quinta-feira)
19h00 – Ultima noite do Novenário – Noite dos devotos do Sagrado Coração de Jesus.
Tema: “Que a saúde se difunda sobre a terra” (Eclo 38,8) –CF 2012
Pregador: (Etel Roger 3471-2960 e 9974-4776)

Dia 15 – (sexta-feira) – Solenidade do Sagrado Coração de Jesus
17h00 – Missa Solene, seguida da Procissão de encerramento da Festa e arreamento da Bandeira.

sábado, 2 de junho de 2012

ARTE NA TELA... JARDIM DO SERIDÓ ATRAVÉS DAS LENTES DE ZÉ RICARDO.



Assistam a matéria apresentada na TV Seridó, quando o filme
O POÇO foi lançado em Jardim do Seridó.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

ARTE NA TELA... JARDIM DO SERIDÓ ATRAVÉS DAS LENTES DE ZÉ RICARDO.



o filme "O Poço" foi gravado em Jardim do Seridó, se você
deseja assitir o filme em HD (alta definição), adquira o
DVD no CEFE.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

PERSONALIDADES DA CULTURA JARDINENSE - ESCRITORA LOURDES RAMALHO


Lourdes Ramalho


Maria de Lourdes Nunes Ramalho, ou Lourdes Ramalho, como é conhecida literariamente, é uma escritora nascida no início da década de 1920 (23 de agosto, 1923), no sertão de Jardim do Seridó, (...), numa família de artistas e educadores: bisavô violeiro e repentista, mãe professora e dramaturga, tios atores, cordelistas e violeiros. Na infância, enquanto recebia o que havia de melhor em termos de educação formal no sertão, Lourdes Ramalho cresceu ouvindo cantorias de viola e histórias contadas por vendedores de folhetos e assim aprendeu, desde cedo, a amar sua terra e a cultura do seu povo. Essa relação, de natureza atávica, da autora com a poesia popular, na realidade, se confunde com a história de seu bisavô, Hugolino Nunes da Costa, um dos expoentes da primeira geração de cantadores surgida no sertão paraibano em meados do século XIX dando seqüência a uma linhagem iniciada por Agostinho Nunes da Costa, considerado o pai da poesia sertaneja nordestina. É deste contato com cantadores, cordelistas e contadores de história que vem o aprendizado dos procedimentos próprios da literatura popular, mais tarde assimilados em sua dramaturgia.

O que Lourdes Ramalho Escreve

A maior parte da produção literária de Lourdes Ramalho é de textos para teatro. Seu fazer literário passa, entretanto e desde sempre, pela poesia e, ultimamente, contempla, ainda, a área da genealogia – revelando-se também aí a pesquisadora de fontes históricas, interessada em descobrir as raízes judaicas da cultura nordestina e, por extensão, da sua própria família. Suas primeiras peças foram escritas por volta dos seus 10-12 anos de idade, quando brincar de teatro era sua diversão favorita. Incentivada pelos tios e, sobretudo, pela mãe, a menina Lourdes colocava no papel as falas e as ações das personagens que re/inventava e, em seguida, comandava os ‘ensaios’ para as apresentações, de que também participava e que aconteciam em reuniões familiares e escolares. Datam desse tempo as primeiras versões de alguns dos seus muitos textos teatrais infantis.

Quando escreveu o primeiro texto teatral propriamente dito, em 1939, Lourdes era ainda uma adolescente. Aluna de um colégio interno, no Recife, indignada com a precariedade de condições da escola, põe no papel, em forma de comédia, seus protestos contra a falta de professores qualificados, a má qualidade da alimentação e as medidas disciplinares abusivas. Transformado em cena pela própria autora, o texto foi apresentado na festa de encerramento do ano letivo do colégio, detonando um embate entre pais e mestres, que resultou na expulsão da aluna-escritora.

Nos trinta anos seguintes, ou seja, entre as décadas de 1940 e 1970, é na sala de aula e em grêmios artísticos estudantis que Lourdes, conciliando seu o ofício de dramaturga e poeta com o de professora, encontra espaço para suas atividades de animação cultural, voltadas especialmente para a cena teatral e já então anunciadas como projeto de vida. De 1975 em diante, após a primeira montagem teatral do seu texto As velhas, seus textos começam a ser montados fora de Campina Grande, na Paraíba, onde reside até hoje, ganhando a estrada rumo a outras partes do país através de festivais de teatro amador.

Lourdes Ramalho, o Teatro Brasileiro e o Nordestino

Situar a dramaturgia de Lourdes Ramalho no contexto do teatro nordestino e, mais amplamente, no quadro do teatro brasileiro contemporâneo, demanda um flash-back, feito aqui muito brevemente, aos idos de 1959, em Recife, onde um grupo de atores, intelectuais e poetas, se forma em torno da idéia de redemocratizar o teatro. Herdeiros de um ideário estético ligado à tradição regionalista do romance de 30, os integrantes deste grupo, entre eles, Hermilo Borba Filho e Ariano Suassuna, tomam a si a tarefa de renovar a cena teatral local.

Adaptando as propostas que o Teatro de Arena de São Paulo vinha divulgando Brasil afora, o grupo se mobiliza para escrever e levar ao palco textos que mostrassem a cara do nordestino, colocando em cena experiências, conflitos e sonhos do povo da região. O Teatro Popular do Nordeste, como foi batizado esse grupo, defendia o conceito de um teatro popular, apoiando-se, sobretudo, no trabalho de recriação das narrativas do imaginário popular, traduzindo a intenção de levar a população local a reconhecer a si mesma e à sua cultura. Logo surgem pela região outros grupos afinados com esta proposta e buscando assimilar as tendências em curso no Sudeste. Em meio a esta efervescência, surge o Teatro do Estudante da Paraíba, também com o propósito de renovar a cena local via cultura popular. Na década seguinte, cresce um movimento em torno do Teatro Santa Roza, em João Pessoa, e do recém-construído Teatro Severino Cabral, em Campina Grande, e já na primeira metade dos anos 1970, entre outros nomes da dramaturgia local, como Altimar Pimentel e Paulo Pontes, começa a ganhar projeção o de Lourdes Ramalho.

São desta época, peças como Fogo-fátuo, As velhas, A feira, Os mal-amados, A eleição, com as quais Lourdes Ramalho desponta no cenário teatral do país, com a proposta de reinventar no palco o universo nordestino, valorizando sua herança cultural. Nestes textos, que formam o primeiro ciclo desta dramaturgia, estão em discussão a seca, o êxodo rural e os abusos de poder político local, lado a lado com questões relacionadas a vinganças familiares e amores impossíveis que acabam tragicamente. Opõe-se, outra hora, o rural e o urbano, o ingênuo e o esperto, o privilegiado e o discriminado, o opressor e o oprimido. Joga-se, formalmente, com o sério e o burlesco, o trágico e o cômico, o sublime e o vulgar, a indicar os contrastes tão próprios da vida humana e revelando, ainda, a dramaturga engajada, pronta a denunciar a poluição cultural que invade o sertão nordestino na época do segundo pós-guerra com a presença norte-americana em busca das jazidas de minério ali existentes e a prática corrupta dos políticos na corrida pelo voto e, por extensão, pelo poder, como também as conseqüências trágicas provocadas por práticas socioculturais fincadas na assimetria das relações de gênero.

Outra linha de força da dramaturgia de Lourdes Ramalho toma corpo a partir dos anos 1990, quando ela passa a dar mais ênfase a uma dramaturgia em cordel. Romance do conquistador, por exemplo, escrito em 1991, nasce precisamente de uma encomenda dentro do Projeto de Incentivo à Dramaturgia de Cordel, desenvolvido em Campina Grande, sob a coordenação do diretor ibero-brasileiro Moncho Rodriguez, a partir do Centro Cultural Paschoal Carlos Magno. Encenado em terras brasileiras nesse mesmo ano, Romance do conquistador saiu em turnê pela Espanha, em 1992, como representante do Brasil nos festejos dos 500 anos da chegada dos espanhóis à América.

Compõem este segundo ciclo da dramaturgia de Lourdes Ramalho vários outros textos, como O trovador encantado, Charivari, Presépio mambembe e Guiomar filha da mãe, nos quais se privilegia uma proposta estética voltada para o desvendamento e a re-significação das raízes étnico-culturais do universo popular nordestino, especialmente as que remontam à cultura ibérica do século XVI. Deste modo, sem deixar de lado o propósito de discutir e dar visibilidade a práticas culturais e experiências de mundo da gente do sertão nordestino, Lourdes Ramalho busca situá-las num contexto que traz à tona traços de uma ancestralidade ibérica.

Dentre os quase cem textos teatrais escritos por Lourdes Ramalho até hoje, grande parte deles em prosa, mas muitos também em verso, que vão da farsa à tragédia, há um vasto repertório dedicado ao público infantil. Em suas incursões no universo do teatro para crianças, a autora revisita personagens, fábulas e procedimentos estéticos da literatura popular em verso e de contos de fadas, além de provérbios e danças dramáticas, realizando uma mistura de versos e ritmos, tudo envolto num clima de magia, brincadeira e festa, próprio da cultura popular e, igualmente, do teatro infantil. Textos como Novas aventuras de João Grilo, Dom Ratinho e Dom Gatão, O diabo religioso, Maria Roupa de Palha e Anjos de Caramelada, além de muitos outros, instituem este mundo de fantasia, recriado a partir do teatro popular de rua, do circo, das histórias de folheto de cordel, a que não falta, porém, a crítica social incisiva característica da produção da autora.

Autora de extensa obra publicada, celebrada como grande dama da dramaturgia nordestina, premiada no Brasil, em Portugal e na Espanha em inúmeros concursos de dramaturgia e festivais de teatro, Lourdes Ramalho é, portanto, esta dramaturga ímpar na história do teatro da Paraíba, que tem seu lugar assegurado – mas ainda não plenamente reconhecido – entre os grandes nomes do teatro brasileiro, sendo uma das expressões mais significativas da nossa dramaturgia contemporânea de autoria feminina. 

Por: Valéria Andrade
Imagens: Acervo Pessoal de Maria de Lourdes Nunes Ramalho

Saiba mais sobre Lourdes Ramalho no endereço eletrônico:

segunda-feira, 28 de maio de 2012

ESCULTOR GEICIFRAN FRANCISCO DE ASSIS AZEVEDO


Geicifran


Filho de Francisco das Chagas Azevedo – conhecido populamente pelo apelido de Chico de Manoel de Rita – e Francisca Maria de Azevedo, o escultor Geicifran Francisco de Assis Azevedo nasceu na cidade de Jardim do Seridó/RN no dia vinte e cinco de fevereiro de 1988.

Despertou para arte ainda criança, quando observava o seu pai, também artesão, confeccionar santos e ex-votos encomendados por devotos e pagadores de promessas a partir da madeira umburana, ajudando-o inclusive no acabamento das peças, inciando aí, os seus primeiros passos no ofício de escultor.

Na escola, entre dez e doze anos de idade, Geicifran já apresentava indícios de que seria um artista na área da escultura, quando costumava moldar com uma lâmina de apontar lápis, bastões de giz para escrever em quadros negros, produzindo miniaturas nos formatos de padres Cíceros e também animais como bois, cavalos, dentre outros. Ao chegar da escola, o mesmo também tinha o hábito de brincar com seus amigos de criar esculturas da argila que havia próximo a sua casa no bairro Comissão.

Ao realizar uma visita ao Museu Municipal Antônio Antídio de Azevedo, que à época ficava localizado no primeiro andar do Palácio Pedro Isidro – edifício da Prefeitura Municipal de Jardim do Seridó/RN – o referido jovem ficou encantado com as esculturas em madeira construída pelo artesão e músico da Banda Euterpe Jardinense Júlio Cassiano, em especial, a bandinha de música, produção característica desse artista.

Bandinha esculpida por Geicifran

Nesse mesmo período, o jovem artista soube que o artesão Francisco Azevedo, conhecido popularmente pelo apelido de Neném de Chicó, esculpia santos e bandinhas de música, influenciado pela técnica do “mestre Júlio”, Geicifran então o procurou em seu ateliê e passa a se aperfeiçoar tecnicamente.

No ano de 2006 o jovem escultor passar a trabalhar por conta própria utilizando-se do espaço da marcenaria de seu pai Chico de Manoel de Rita para produzir esculturas encomendadas de arte sacra popular, ex-votos, trios de forró, negros do rosário, trabalhadores rurais, retirantes e diversas cenas do cotiano nordestino, todas tendo como matéria-prima a madeira umburana.

Esculturas Sacras Populares

Nesse período, o mesmo conhece os senhores Antônio Marcos e Francisco Francinildo, ambos proprietários da “Galeria de Arte Antiga e Contemporânea”, localizada no Centro de Turismo de Natal/RN, que passam a encomendar esculturas a Geicifran para revendê-las, aumentando assim a sua produção.

Em novembro de 2010, Geicifran realizou um de seus sonhos que foi a construção de seu próprio ateliê, junto a sua residência, localizada à rua Celson Ferreira de Morais, nº 33, bairro COHAB, na cidade de Jardim do Seridó/RN, onde atualmente trabalha esculpindo peças por encomenda.

Por fim, é fundamental destacar o espírito artístico e uma das características mais marcantes da arte que é a propriedade que o artista tem de dar vida ao inanimado. Prova disso é o depoimento de Geicifran quando fala sobre o acabamento de suas esculturas: “A parte que eu gosto mais de pintar na peça  é os olhos, pois de uma hora para outra ela parece tomar vida...”

Negros do Rosário
Trio de Forró (sem pintura)
Esculturas Sacras Populares
Esculturas Sacras Populares
Escultura Sacra Popular
Escultura Sacra Popular

Se você desejar conhecer um pouco mais sobre o trabalho do escultor Geicifran Francisco de Assis Azevedo é só visitar o seu ateliê no endereço acima citado, ou entrar em contato com o mesmo através do Cel. (84) 9914 7652.

Por: Antônio Júnior (Junhão)

sexta-feira, 25 de maio de 2012

ARTE NA TELA... JARDIM DO SERIDÓ ATRAVÉS DAS LENTES DE ZÉ RICARDO.


Veja quem dançou forró no coreto da praça na festa de fim de ano em Jardim do Seridó.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

AVISO AOS SÓCIOS DA ACAMJA



Avisamos aos membros da ACAMJA - Associação Cultural Artístico Musical Jardinense, que devido a impossibilidade de seu presidente Aldeniz Araújo de Azevedo e do Secretário José de Oliveira Meira estarem impossibilitados de participarem da Assembléia Geral agendada para amanhã, 25 de maio de 2012, foi acordado pela Diretoria Executiva que o referido encontro será adiado para uma data a ser marcada e comunicada pela mesma à seus sócios.

Gratos pela compreensão,

A Diretoria.

domingo, 20 de maio de 2012

ORQUESTRA DE SAXOFONES DE JARDIM DO SERIDÓ/RN APRESENTA-SE EM CURRAIS NOVOS

Imagem ilustrativa

A orquestra de Saxofones “Clave de Sol”de Jardim do Seridó/RN apresentou-se no último dia 18 de maio em um evento intitulado “Gestão Escolar” promovido pelo curso de Pedagogia na Universidade do Vale do Acaraú  (UVA)  em Currais Novos/RN . Foram executadas quatro peças musicais: “Uma pequena serenata a noite” (Mozart) , “Branca” (Zequinha de Abreu) , “Jesus de Nazaré” (Pe. Zezinho) e finalizando “Yesterday” (Beatles). 

O ambiente totalmente propício para música de câmara somado ao repertório diversificado proporcionou ao público presente bastante entusiasmo e a sensibilidação musical por meio da sonoridade, afinação e segurança nas finalizações durante todas as músicas por parte dos saxofonistas.

No final a palestrante do evento, idealista da orquestra, Professora Universitária Marecilda Bezerra de Araújo  relatou, para todos,  a história do grupo e sua formação   terminando assim,  com a louvação e agradecimentos  ao Maestro Ivanaldo (Sansão) pelo brilhante trabalho desenvolvido em tão pouco tempo (3 meses).

Texto enviado por: Smith de Azevedo Cirne Filho

quinta-feira, 17 de maio de 2012

sábado, 12 de maio de 2012

GRUPO MUSICAL ENTRE AMIGOS



O grupo musical “Entre Amigos” surgiu em Jardim do Seridó/RN em meados do ano de 2005, quando os jovens músicos Cristóvão José (tecladista) e Ana Lúcia (cantora) - que já atuavam no meio musical na região do Seridó norte-rio-grandense em bandas de baile – decidiram inicialmente montar uma dupla musical que na época foi batizada de “Cristóvão e Ana Lúcia”.

Porém, no ano de 2006, com a entrada do também experiente cantor Cláudio (vocalista da Banda Ariaxé) o trio grava o seu primeiro CD intitulado “A Música Entre Amigos”, o qual a partir desse momento passou também a ser a nova denominação daquele novo grupo musical. O referido CD continha em seu repertório músicas dos estilos MPB e Pop Rock, sendo a interpretação da música “Sinônimo” de Chitãozinho e Xororó com Zé Ramalho, bastante solicitada em nossas apresentações. Este CD abriu as portas para o grupo se apresentar com mais frequencia, devido ao estilo diferenciado de 3 vozes, cada um no seu estilo.

No ano de 2007 o referido grupo grava o seu segundo CD batizado “A Música Entre Amigos – Vol. 2”, no qual apresentou como diferencial um estilo mais particular e interpretação mais livre, destacando-se nessa segunda produção três faixas: Como Eu te Amo – da banda limão com Mel, Hotel Califórnia – de Eagles – e Coração Espinhado do cantor Leonardo que ganhou destaque devido os mesmos explorarem os vocais e Backs, sendo cantada pelos três músicos em coro.

No ano de 2010 o grupo Entre Amigos começou a gravar o seu terceiro CD que foi lançado com o título “A Música Entre Amigos – Baile, Jovem Guarda, Anos 70 e 80”. Este novo trabalho teve como particularidade a idealização inicial por parte dos seguidores e fãs do grupo. Devido aos vários pedidos e a um estilo que pouco é trabalhado nessa região. A aceitação do público foi imediata, o que supreendeu os integrantes do trio musical, fazendo inclusive com que os mesmos mudassem um pouco para aquele estilo aprovado pelo público, saindo um pouco do barzinho e entrando mais no estilo baile, animando várias festas no padrão “Anos 80”.

Hoje o grupo encontras-se com um repertório variado indo desde MPB, Rock, pagode e o atual Sertanejo universitário, como também o POP romântico e Boleros, matendo porém, o padrão baile tocando música de cantores e grupos como blitz, rpm, Michael Jackson, Pink Floyd, Lulu Santos, Madonna entre outros.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

quinta-feira, 10 de maio de 2012

O COMPOSITOR JARDINENSE JANDUHY FINIZOLA LANÇARÁ CD E LIVRO NO PRÓXIMO DIA 12 DE MAIO EM CARUARÚ/PE



O médico, escritor, compositor e cantor Janduhy Finizola - no auge dos seus 81 anos - lança, no próximo dia 12 de maio, no Teatro João Lyra, em Caruaru, o livro "Espaço da Palavra" e o CD "Verso Verdade" que tem a participação de intérpretes que fizeram versões para as músicas tão conhecidas, a exemplo de "Vida Viola", "Raízes", "Balanço Balancear", nesse disco cantadas respectivamente por Adriana BB, Ortinho e Climério.

"Nossa intenção é que os jovens conheçam as músicas de Janduhy Finizola, que neste projeto estão sendo cantadas por intérpretes contemporâneos", explica Daniel Finizola, produtor do disco. No evento de lançamento haverá a apresentação de cantores que participam do projeto, bem como serão declamados pela atriz Olivia Júlia os poemas do livro. Já confirmaram presença no lançamento Ortinho, Adriana BB, Walmir Chagas, Herbert Lucena, Climerio, Ivan Gadelha entre outros. A cultura sertaneja, tão exaltada por Finizola, vai estar em festa, regada, é claro, a muito forró!

Lançamento do CD "Verso Verdade" e do livro "Espaço da Palavra"
Quando: 12 de maio (sábado), 21horas
Onde: Teatro João Lyra Filho
Quanto: R$ 5 mais um quilo de alimento não perecível
O Livro e o CD custarão R$ 20 (os dois juntos) e R$ 15 cada um, separadamente

Informações enviadas pela filha de Janduhy Finizola: Letícia Finizola
Fonte da matéria: www.jornalvanguarda.com.br

segunda-feira, 7 de maio de 2012

APRESENTAÇÃO DO MINISTÉRIO DE ARTES ALIANÇA COM CRISTO DA IGREJA MISSÃO EVANGÉLICA DE JARDIM DO SERIDÓ/RN



Apresentação realizada durante a solenidade de posse da Agente de Cultura da Casa de Cultura Popular Poeta Antônio Antídio de Azevedo, Patrícia Azevedo. 

ACAMJA – ASSOCIAÇÃO CULTURAL ARTÍSTICO MUSICAL JARDINENSE



A cidade de Jardim do Seridó/RN sempre foi rica em manifestações artísticas em especial, na área musical, tendo na cidade uma variedade consdierável de representantes desta forma de expressão artísitca. 

Assim sendo, um grupo de amigos que atuam na área da música em suas diverdades variedades e estilos a partir de uma conversa, perceberam a necessidade de se criar uma instuitção voltada para a valorização e divulgação tanto dos músicos como da própria categoria cultural da cidade de Jardim do Seridó/RN. 

A partir, amadureceu-se ideía de se criar a Associação Cultural Artísitico Musical – ACAMJA – denominação sugerida pelo músico violonista Denilson Aragão, conhecido popularmente pelo apelido de Neném de Aragão – uma instituição comunitária cultural sem fins lucrativos que tem como objetivo fomentar a arte musical em Jardim do Seridó, contribuindo para a revelação, valorização e divulgação dos músicos locais, além de propor ferramentas de capacitação musical aos interessados em ingressar na área musical.

A Assembléia de Fundação e escolha da Direção dessa instituição foi realizada no dia treze de maio de dois mil e onze, a qual teve os trabalhos dirigidos pelo Senhor Aldeniz Araújo de Azevedo, auxiliado pelos músicos Antônio Ferreira Dantas Júnior, José de Oliveira Meira e Marcos Antônio do Nascimento.

Na oportunidade foram apresentados aos músicos, produtores, articuladores e gestores culturais as propostas da associação e do Estatuto Social, no qual foram feitas as devidas alterações sugeridas e votadas na Assembléia Geral e por último, a escolha da Diretoria, Conselho Fiscal e Comissões.

Após a eleição, a primeira formação da ACAMJA ficou assim distribuída:


Presidente:
Aldeniz Araújo de Azevedo

Vice-Presidente: 
Antônio Ferreira Dantas Júnior

1º Tesoureiro:
Edjanir ramos de Azevedo

2ª Tesoureira: 
Laudimeiry Humberta Silva de Azevedo

1º Secretário: 
José de oliveira Meira

2º Secretário:
Marcos Antônio do Nascimento

Diretor de Ações Culturais e da Cidadania: 
Denilson Félix Aragão

Diretor de Operações: 
Gilberto valdeger de Azevedo

Conselho Fiscal:
Radilson Azevedo Cunha
Michel platinir cunha de Azevedo (suplente)

Comissão de Admissão:
Genilson de Azevedo Pereira
Emílio Alves Turídio

Comissão de Disciplina:
Francisco das chagas Azevedo
Augusto José de souza

Posteriormente, mais especificamente na Assembléia Geral de trinta de março de dois mil e doze, foi sugerida, votada e aprovada por unanimidade a formação da comissão de eventos, sendo eleitos também unanimamente o músico pandeirista José Araújo de Medeiros – Zé Araújo do Samba Só – e o produtor musical “Otávio Promoções” para compô-la, tornando-se assim responsáveis pela elaboração de projetos voltados para a realização de eventos promovidos por esta instituição. 

Atualmente, a sede da ACAMJA está localizada à rua Santos Dumont, no bairro Esplanada, onde estão sendo realizados cursos de violão e teclado, fruto da parceria com a ACCPJS/Ponto de Cultura Revelarte , esta última, instituição promotora das capacitações. Também estão sendo elaborados projetos voltados para dinamizar e suscitar a valorização do músico jardinense.

PERSONALIDADES DA CULTURA JARDINENSE: AMAZAN



José Amazan Silva, mais conhecido como Amazan (Campina Grande, 5 de outubro de 1963) é um acordeonista, poeta, cantor, compositor e empreendedor brasileiro.

Início
Amazan foi criado em Jardim do Seridó, interior do Rio Grande do Norte, onde desde criança já apreciava a poesia e a boa música nordestina.
Ainda no início da adolescência dava os primeiros acordes na sanfona. Em Jardim do Seridó viveu até os 19 anos, quando voltou para Campina Grande.

Tropeiros da Borborema
Na Rainha da Borborema (Campina Grande), por volta de 1984, conheceu o grupo de cultura nativa Tropeiros da Borborema e, a convite de Gerson Brito, seu Diretor, passou a ser "tocador oficiá dos tropêro". Como membro dos Tropeiros, Amazan teve oportunidade de mostrar a sua arte para vários estados brasileiros e até para a Europa, sendo o grupo uma vitrine para o seu trabalho e para uma mudança profunda na sua visão do mundo.
Junto com dois outros integrantes formou "os três do forró" e gravou o seu primeiro compacto; Algum tempo depois este grupo se desfez e um novo trio foi criado, o "festejo nordestino", e mais um compacto gravado.

Carreira Solo
Em 1989, em carreira solo, Amazan grava o primeiro LP, "Naturalmente".
A poesia chegou primeiro na vida de Amazan e por volta dos doze anos escreveu o primeiro de uma série de cordéis. Escreveu e editou três livros, são eles: Palavra De Nordestino, Nordeste Em Carne e Osso e, HumoRimado, lançado em 2009. Neste mesmo ano, Amazan fez várias apresentações no programa TV Xuxa da rede Globo, onde participou de dois concursos de paródias onde sagrou-se campeão em ambas as edições. Neste ano, 2011, foi o artista participante da campanha publicitária junina da cerveja Nova Schin veiculada em todo o Brasil, onde narrava as histórias acompanhado de seu acordeon.
Amante do forró, o mesmo é enriquecido pelas raízes culturais que lhe deram suporte para buscar estabilidade, autenticidade, mas também pela responsabilidade de levar ao seu público uma cultura enraizada nos pilares nordestinos, com amor e respeito ao gênero musical sem recorrer a apelos agressivos.

Discografia
1989: Naturalmente
1990: Amazan
1991: De Canto a Conto
1992: Diversos Cantos
1992: O Melhor de Amazan
1993: Em Cantos
1994: Novos Cantos
1994: Dez Poemas Engraçados – Vol I
1995: Correnteza da Paixão
1996: O Rei da Vaquejada
1997: Forrojada
1997: Os Vinte Maiores Sucessos de Amazan
1998: De Olho na Calcinha
1999: O Cantador de Vocês
1999: Amazan Ao Vivo – Vol I
2000: Sanfoneiro Nordestino
2001: Forró Gostoso
2001: Dez Poemas Engraçados – Vol II
2002: Amazan Ao Vivo – Vol II
2004: Viciado em Mulher
2005: Forró do Bom
2006: Sanfoneiro Nordestino , Ao vivo (DVD VOL. 1)
2006: Sanfoneiro Nordestino, ao vivo (áudio do DVD)
2007: Felicidade
2008: Dez Poemas Engraçados - Vol III
2008: Amazan em Jadim ao vivo (áudio do DVD)
2008: Amazan em Jadim ao vivo (DVD VOL. 2)
2009: 20 Anos de Chão
2010: Grito de Paz
2011: Pra Ficar no Grau

Site Oficial:
http://www.amazan.com.br/novosite/

Fonte:
http://pt.wikipedia.org

quinta-feira, 3 de maio de 2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

ARTE NA TELA... JARDIM DO SERIDÓ TRAVÉS DAS LENTES DE ZÉ RICARDO.


Mais um sucesso do Amazan, participação especial do Samba Só.

sábado, 14 de abril de 2012

JARDIM DO SERIDÓ/RN - REVIVENDO O PASSADO, CONSTRUINDO O FUTURO


Vídeo produzindo por Romildo Júnior

terça-feira, 10 de abril de 2012

NOVAS TURMAS DO CURSO BÁSICO DE VIOLÃO SÃO INICIADAS





Deram início ontem, dia 09 de abril de 2012, as novas turmas do curso Básico de Violão do Ponto "Cultura Revelarte", uma iniciativa do Ministério da Cultura e da Fundação José Augusto contemplado pela ACCP/JS mediante excelência de projeto técnico no ano de 2008 e em execução desde o ano passado.

A referida capacitação tem como arte educador o renomado violonista jardinense Francisco de Assis Souza, conhecido popularmente como "Titico da Igreja".

O Curso Básico funciona na Sede da ACAMJA - Associação Artístico Musical Jardinense e tem as suas inscrições abertas permanentemente.

Faça sua matrícula com Titico da Igreja e participe das próximas turmas.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

ARTE NA TELA... JARDIM DO SERIDÓ ATRAVÉS DAS LENTES DE ZÉ RICARDO.


Parcélio e Samba Só no Bar do Alberto em Jardim do Seridó/RN.

domingo, 8 de abril de 2012

ATENÇÃO ARTESÃOS JARDINENSES: SETHAS SOLICITA APOIO DAS PREFEITURAS PARA AGILIZAR CADASTRAMENTO DOS ARTESÃOS DO ESTADO

Imagem ilustrativa: Artesão Neném de Chicó



A Secretaria de Assistência Social do RN vai iniciar, através da Coordenação do Programa Estadual do Artesanato-Proart, a atualização cadastral dos artesãos potiguares e a catalogação dos tipos de artesanato produzidos no Estado. A coordenação do Proart, inclusive, já encaminhou ofício às prefeituras municipais pedindo a colaboração dos gestores públicos para que disponibilizem o local e as informações que quantifiquem a estimativa de artesãos a serem cadastrados em cada município. O objetivo é evitar transtornos durante o cadastramento.

“Temos, hoje, cadastrados em nosso programa, aproximadamente, 10 mil artesãos, mas sabemos que este número está desatualizado. A atualização nos permitirá não só definir melhores políticas públicas para o setor, conforme preconiza o nosso plano estadual ‘RN mais Justo’, como também inserir o nosso artesão no Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), que é vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior”, explica o secretário Luiz Eduardo Carneiro Costa, titular da Sethas. O cadastramento dos artesãos potiguares tem por meta subsidiar o planejamento e o desenvolvimento de ações adequadas ao atendimento das necessidades dos beneficiários do Programa Estadual do Artesanato.

Fonte: marcosdantas.com

quarta-feira, 4 de abril de 2012

sexta-feira, 30 de março de 2012

ACAMJA - AVISO





A diretoria da ACAMJA  - Associação Cultural, Artístico, Musical Jardinense avisa e convoca os associados para a  primeira Assembleia Geral bimestral do ano de 2012 que será realizada hoje na sede da referida instituição a partir das 19:30.

Desde já a diretoria agradece a presença de todos.

quinta-feira, 29 de março de 2012

ARTE NA TELA... JARDIM DO SERIDÓ TRAVÉS DAS LENTES DE ZÉ RICARDO.



Amazan - Eu vou assumir - Gravado em Jardim do Seridó/RN

sábado, 24 de março de 2012

RODA DE SAMBA "SAMBA SÓ"


Em Jardim do Seridó, na década de 1980 e início da década de 1990, era tradição durante os carnavais os blocos saírem com suas batucadas formadas por instrumentos de bateria como taróis, surdos e treme-terras, repiques, agogôs, reco-recos e tamborins, executando sambas pelas ruas da cidade, e durante as paradas, conhecidas popularmente por “assaltos” nas casas de integrantes desses blocos carnavalescos para comerem petiscos e lanches, esses foliões costumavam executarem e também cantarem sambas populares como forma de diversão durante o período momesco.

Entre esses foliões estavam Edjanir Ramos de Azevedo que pertencia ao bloco carnavalesco “Desocupados” e Aldeniz Araújo de Azevedo, que naquele momento pertencia, juntamente com Edjanir do bloco: Desocupados. Este último, que já há algum tempo alimentava a idéia de criar um grupo de samba na cidade de Jardim do Seridó/RN e Aldeniz, que devido ser puxador de samba durante os carnavais em momentos como os tradicionais “assaltos”, dispunha de um repertório composto de músicas de samba, possuíam dentre outras, duas características em comum: o gosto pelo samba de raiz e a disposição em não só escutar, mas também em produzir o referido estilo musical.

Em determinada oportunidade no ano de 1992, os jovens amigos, Aldeniz e Edjanir estavam no “Bar o Canal”, conhecido popularmente por “Bar de Corrinha” – em referência a um dos proprietários, conhecido popularmente por “Corrinha” e dentre os assuntos discutidos durante aquele momento de lazer, surgiu por parte de Edjanir, a idéia de criarem um grupo de samba em Jardim do Seridó/RN. 

Essa idéia tinha sido antes alimentada por Edjanir, só que essas iniciativas foram frustradas devido há motivos não especificados, mas naquele momento, a idéia foi aceita com entusiasmo pelo amigo Aldeniz, que ao lado do primeiro, começaram a planejar os planos o desenvolvimento daquela iniciativa.

Pouco tempo depois, Aldeniz e Edjanir deram início aos ensaios – na casa de Edjanir, localizado à rua Joaquim Patúcio, nº 50, bairro Esplanada - Aldeniz cantando o seu vasto repertório de samba e executando o instrumento de percussão conhecido como tambora, e Edjanir tocando cavaquinho. Durante a realização dos ensaios, sentiu-se a necessidade da inserção de um violão, com isso, Aldeniz convidou o amigo (e violonista) Denilson Félix Aragão, conhecido como “Neném de Aragão” para fazer parte do grupo de samba. O jovem violonista Neném de Aragão aceitou prontamente o convite de Aldeniz, e uniu-se aos dois amigos naquela iniciativa musical.

Assim, Edjanir (cavaquinho), Aldeniz (voz e tambora) e Neném de Aragão (voz e violão), passaram a ensaiar as músicas que a cada dia enriquecia mais o repertório de samba. Todavia, devido principalmente ao ingresso de Neném de Aragão na Fundação Francisco Mascarenhas, a FIP- Faculdades Integradas de Patos, localizada no vizinho estado da Paraíba, o mesmo teve que abandonar o grupo. Para suprir a perda do violonista, os dois amigos tiveram a idéia de convidar o também violonista Itamar Santos da Silva para se unir ao grupo, o qual aceitando o convite passou a integrar àquele conjunto musical que viria a se chamar “Roda de Samba: Samba Só”.

Posteriormente, a convite do primo e amigo Itamar, José Araújo de Medeiros, mais conhecido como “Zé Araújo” passa a fazer parte da roda de samba como cantor e pandeirista.

No seu local de trabalho, na Indústria e Comércio Medeiros/SA, Zé Araújo, entusiasmado com as reuniões dos amigos que se encontravam durante algumas noites por semana para se divertirem “tomando umas”, tocando e cantando sambas, falava com o seu amigo e colega de trabalho Gilberto Valdeger de Azevedo, conhecido popularmente por Betão, que também era músico (baixista), como eram divertidos e instigantes aqueles ensaios, suscitando assim em Betão o desejo de participar daqueles encontros musicais com os amigos e conhecidos na residência de Edjanir. Desta forma, ao externar o interesse e a disponibilidade em fazer parte do grupo musical, Betão torna-se o baixista, daquela roda de samba. 

Outro amigo do jovem Edjanir, chamado Marcos Antônio do Nascimento, que trabalhava em uma marcenaria de propriedade do Senhor José Alexandre e que também consertava instrumentos de percussão, foi convidado pelo mesmo para integrar o grupo executando instrumentos de tal característica, o qual aceitando o convite, completa o sexteto musical que passaria a se chamar “Roda de Samba Samba Só”, juntamente com um amigo e colega de trabalho (Correios) de Edjanir que tinha por apelido “Nêgo Lira” que contribuiu significativamente para o desenvolvimento do grupo musical com a aquisição de equipamentos e instrumentos musicais.

A partir daí, os amigos Edjanir, Itamar (in memorian), Aldeniz, Betão, Zé Araújo e  Marcos, juntamente com Nego Lira passaram a se reunir aos finais de semana e/ou dias da semana combinados antecipadamente, a princípio, na casa do integrante Edjanir e posteriormente na residência dos demais componentes, para se divertirem “tomando umas” ao som do samba,  inicialmente, sem qualquer vínculo. Aliás, durante esse período, o único compromisso que existia entre esses jovens era o comparecimento ao encontro dos amigos músicos nos ensaios, sendo estes encontros fundamentais para o estreitamento dos laços amistosos e contribuindo com o passar do tempo para a consolidação de uma relação fraterna entre os mesmos.

Quanto ao repertório inicial, foram selecionadas inicialmente, músicas de tradicionais compositores/grupos de samba como: Demônios da Garoa – considerado como maior influência musical para o Samba Só - Agepê, Martinho da Vila, Alcione, e outros músicos que faziam sucesso nas rádios e programas de TV, e no transcorrer do tempo, foram acrescentadas no repertório supracitado, obras de Zeca Pagodinho, Grupo Raça, Raça Negra dentre outros. Tal critério na escolha das músicas passa a caracterizar paulatinamente a qualidade e a essência do estilo musical produzido por àqueles amigos nas horas de lazer.


Como resultado do entrosamento e desenvolvimento musical dos jovens amigos, alguns indivíduos passaram a incentivar a profissionalização do grupo de samba. Tal afirmação pode ser percebida em alguns depoimentos de pessoas que admiravam aquele conjunto musical, depoimentos esses que foram preservados na memória de músicos como Adeniz quando lembra das palavras do pai do baixista Betão, conhecido popularmente “Chiquinho de Chagas”, considerado como apreciador e entendedor da música popular brasileira:  “Tenho na minha mente até hoje o que ele [Chiquinho de Chagas] disse, [quando] a gente [estava] cantando uma vez lá no bar dele: ‘O canto (lugar) de vocês é no palco.’” 

Assim sendo, a partir daquele momento, aqueles amigos que antes se reuniam para produzirem sambas como forma de lazer, passam a iniciar sua trajetória artístico musical apresentando o seu trabalho e seu repertório para o público geral, surgindo assim o grupo Samba Só.

Depois da primeira apresentação, realizada no “Bar de Botia”, o Samba Só obteve uma aceitação considerável por parte do público que prestigiou a sua estréia, despertando com isso, o interesse de produtores culturais locais e contratantes em geral, que os convidavam e os contratavam quase todos finais de semana para tocarem naquela cidade. 

A repercussão causada pelo Grupo Samba Só também despertou o interesse não só em Jardim do Seridó/RN, mas também em outras cidades do estado do Rio Grande do Norte e da Paraíba durante a sua história, ampliando o número de urbes em que se apresentavam como por exemplo: Acari/RN, Brejo do Cruz/PB, Caicó/RN, Carnaúba dos Dantas/RN, Cruzeta/RN, Cuité/PB, Currais Novos/RN, Equador/RN, Florânia/RN, Jucurutu/RN, Ouro Branco/RN, Parelhas/RN, Patos/PB, Pombal/PB, Santa Cruz/RN, São João do Sabuji/RN, São José do Sabuji/PB, São José do Seridó/RN, São Vicente/RN, Serra Negra/RN, Natal/RN, dentre muitas outras. Destacaram-se nesse período, as apresentações realizadas em algumas oportunidades no “Bar Amarelinho” na praia de Pirangi, no município de Parnamirim/RN, de propriedade do Sr. Luiz Dantas e no “Bar do Rio” no Natal Tur também em Pirangi/RN, estabelecimentos nos quais, o público era formado por turistas de diversas nacionalidades.

Com o crescente número de apresentações realizadas pelo Samba Só, conseqüentemente, outros músicos passaram a almejar o seu ingresso no grupo musical supracitado. Desta maneira, conforme as necessidades surgiam com o passar do tempo, como por exemplo, quando precisava de um tecladista ou baterista, o sexteto convidava um músico e em alguns momentos contratava-o – de acordo com as condições financeiras da roda de samba – em  Jardim do Seridó/RN ou em cidades circunvizinhas. Assim, desde sua fundação, já passaram e/ou fizeram parte do Samba Só os músicos: Nego Aldo (instrumentos de percussão), Nego Lira (instrumentos de percussão), Alan (teclado), Dió (instrumentos de percussão), Parcélio (teclado), Dedé de Maria (instrumentos de percussão), Flávio (instrumentos de percussão) e Frank (bateria). Atualmente, a formação do Samba Só é composta por: Gilberto Valdeger de Azevedo, conhecido pelo apelido de Betão (voz e contrabaixo), Denilson Félix Aragão, conhecido pelo apelido de Neném de Aragão (voz e violão), José
Araújo de Medeiros, conhecido pelo apelido de Zé Araújo (voz e pandeiro), Edjanir Ramos de Azevedo (cavaquinho), Adeniz Araújo de Azevedo (voz e tambôra), Marcos Antônio do Nascimento (percussão), Antônio Felizardo dos Santos (percussão), José Ivanaldo Silva – (flaura transversal) e Cristóvão (teclado).

Desde então o Samba Só realizou diversas apresentações, animando tardes de sol, domingueiras, carnavais, datas comemorativas, festas de padroeira etc., em todo Seridó, assim como em outras cidades do estado do Rio Grande do Norte, nunca fugindo do seu estilo musical, sempre escolhendo através de um criterioso processo de seleção, as músicas acrescentadas ao seu vasto repertório, contemplando renomados compositores da música nacional e também pratas da casa, como é o caso do grande sucesso: Exaltação a Jardim, uma composição do jardinense José Santos de Oliveira, conhecido popularmente como “Gonzaga” que é considerado por muitos como um dos hinos da cidade de Jardim do Seridó/RN.


Há algum tempo o Samba Só teve a idéia de criar um projeto social voltado para o público idoso em cidades do Seridó. A iniciativa consiste em realizar apresentações musicais nos abrigos dispensários da referida região, sem cobrar cachê, tendo a entidade apenas que custear a despesa do transporte dos equipamentos e músicos, transparecendo desta forma, o espírito de cidadania, vontade e disposição em contribuir socialmente e culturalmente com o próximo.

Atualmente, apesar do pouco tempo disponível, devido às obrigações de seus integrantes como trabalho, família e outros afazeres, o grupo Samba Só encontra-se atuante, realizando suas apresentações quando convidados nos mais diversos eventos culturais, e sempre quando possível, se reunindo aos finais de semana para “tomar umas” e se divertirem executando sambas como no início de sua trajetória, com a diferença de que se antes eram apenas amigos, hoje são pais de família, compadres e irmãos, que fazem do samba e da união entre os mesmos, a força motriz geradora do sentimento e da certeza de que a música é sim um alimento da alma. 


Texto: Antônio Júnior (Junhão)


Fonte:
DANTAS JÚNIOR, Antônio Ferreira. E Haja Samba... Histórias e Memórias do Samba Só de Jardim do Seridó. Caicó: FIP. 2011 . (Artigo Científico/Historiográfico)